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Repertório

Solo, duo ou trio: como escolher a formação

Mais músicos não significa cerimônia melhor. O que decide é o tamanho do espaço, o estilo da festa e o que você quer ouvir na entrada.

Detalhe da harpa durante apresentação
  • Claudeli

A escolha entre solo, duo e formações maiores costuma virar uma decisão de orçamento, e isso é uma pena, porque o critério principal deveria ser outro: o que combina com o espaço e com o clima do evento.

Solo

A harpa sozinha é o formato mais pedido em cerimônia. Preenche sem ocupar, cabe em espaço pequeno e deixa a cena limpa nas fotos. Em capela, sítio e cerimônia para até cento e cinquenta convidados, resolve bem.

Duo e trio

Harpa com violino, flauta, violoncelo ou voz ganha corpo e emoção sem virar orquestra. É a escolha certa quando a entrada da noiva precisa de mais peso ou quando existe uma música com melodia forte que pede um segundo instrumento.

A voz muda bastante o resultado em música sacra e em trilha de cinema, onde a letra faz parte da memória de quem ouve.

Quarteto e grupos maiores

De quatro a seis músicos, ou mais, para cerimônia de grande porte, salão alto e evento corporativo com palco. Exige mais espaço físico, mais tempo de passagem de som e um cronograma mais rígido.

Três perguntas que resolvem

  • Quantos convidados e qual o pé-direito do espaço?
  • A entrada da noiva tem uma música específica em mente?
  • A música continua no coquetel e no jantar?

Com essas três respostas, a formação se escolhe quase sozinha.

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Harpa montada em evento